quarta-feira, 26 de março de 2008

"que seja feliz... se puder..."




Casual encontro
de prazeres, sorridos, tímidos
Conversas de palavras vãs
Apenas curiosidades...
Nasce de cada toque inconsciente
do descontrole pertinente
uma folha ao vento,
que de leve, põe-se a girar.
Pelo puro chamego afável
nos seus olhos busco o ponto
do sorriso se tornar inevitável
Olhos que te gosto vê-los
tão lá dentro que te dispo
e nua se coloca em pranto
tão delicada, te vê-la encanto.
Que desculpas? Que perdão?
Só aqueces um coração
Não mais leve que outrora
Este vento varre agora
um moinho, uma aurora.
De certo o percalço então
É o tempo de um suspiro
do correr num desatino
viver antes de ir embora
Gozar que do ventinho
desfolhou-se furacão!
Diferente dantes, não amedronta.
Se a distância ajuda insisto
não preocupo-me com sofrimento
Mas, me recuperas de pronto
de tão doloroso desencontro.
Momentaneamente, quem sabe, finda;
Não a porta do jardim aberta acima,
mas que encerra ou interrompe minha sina

4 comentários:

Dany disse...

vim parar aqui do nada hoje e vi essa poesia....
impossivel não lembrar dessa época com mto carinho!!!
ˆ-ˆ
bjao

. fina flor . disse...

querido,

hoje passo somente para desejar que seu natal seja doce como o perfume das rabanadas e que seu "dois mil e love" seja repleto de gratas surpresas!!

beijos,

MM.

. fina flor . disse...

é, desencontros são sempre dolorosos, querido

beijos

MM.

>>> dessitiu daqui, é?

Anônimo disse...

Desencontros são dolorosos, impetuosos e lamentávemente tristes.
Lindo poema sentimental.
Parabéns... Adorei seu espaço.
Abraços.
CG.